"Tms q aprndr a ler u mund ntndnd us códgs pls cuais l é, lit ralmnt, scritu."

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"O Lixo é um Luxo." "O saber é o princípio, e a fala, e o verbo." "A Suprema Sabedoria ensina que o certo é não subir muito alto, nem descer muito baixo." (Professor José da Cruz)

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Humorista,professor,jornalista, fotógrafo, católico, questionador, humano, amante das artes Rsssrsrsssrs

terça-feira, 1 de março de 2011

A Fala Emitida Não Tem Volta

- Cadê os créditos que estavam aqui? - O hacker comeu.

(Por José da Cruz)


Nick Nivverton tinha verdadeira

adoração por Lan House desde os oito anos de idade. Agora quando completava os catorze seu vício por net e tudo o que se relaciona a computadores , vírus e jogos eletrônicos estava se tornando para ele uma verdadeira tortura. O que ele mais gostava, não podia ter. Sempre lhe era negado, ora pela sociedade, ora por sua mãe que não tinha dinheiro para custear seu vício. O que dava no mesmo. Muita gente do meio já tinha perdido a cabeça e feito besteira.

Nick ajudava em duas lan houses só para ter o direito de “fuçar” na net quando bem entendesse, mas mesmo assim não era o suficiente. As aulas no colégio estavam em segundo plano. Embora sua mãe pensasse que ele só ia pra Lan house à noite, a verdade é que pelo menos duas vezes por semana matava aula na parte da manhã. A guerra com a velha era sempre muito complicada. Ela nunca compreendia a sua necessidade por Lan house e mais lan house, computadores e mais computadores. Naquela tarde de segunda quando teve que ir ao banco para pagar a conta da luz pra sua mãe, aquilo lhe parecera o fim do mundo, uma verdadeira perda de tempo, dava para colocar todos os seus spaces na net em dia. - E aquela fila que não andava... Ái que ódio! – pensou lamentando consigo.

Puxou o cel e começou a navegar, tinha ganho uns créditos numa paradinha na tarde anterior, que até dava pro gasto. – Epa! Vamo economizar, né?! – disse para si mesmo teclando um novo endereço. – Já que estou aqui por conta da merda do banco, nada mais justo que navegar por conta dele também. - Vamos ver... como será que entramos... – olhou o nome do banco. – Será que invertendo as consoantes e intercalando alguns números... – pensou. – Nossa, as pessoas são tão previsíveis... todos têm um padrão. Na primeira sequência não conseguiu nada. Na segunda... – Demorô... – disse rindo. - Elementar meu caro, Nick. Tô dentro, que gracinha!

A moça do caixa chamou mais um... o próximo era Nick. O moço deixou o balcão, Nick se aproximou, empurrou a fatura. – Tem que aguardar um pouquinho. Deu um piti aqui. – disse ela. – Tah! – Nick digitava desesperadamente. – Mais que porra é essa?! – chingou. Setecentos dólares estavam indo embora. – Puta que pariu! Que filho da mãe! – disse para si mesmo enquanto digitava com uma rapidez espantosa. – Eu te pego, desgraçado. – chingou. O gerente se aproximou da caixa. Ficou olhado a tela, parecia muito nervoso. Usou o interfone chamando outra pessoa. Um rapaz com cabelos avermelhados chegou correndo, passou o cartão, todos pareciam apavorados. Nick levantou os olhos do cel. – Com este teclado nunca vou conseguir pegar esse safado. – disse para si mesmo. Olhou na direção do gerente. – É o torlon, não é?! – Como você sabe? – Quis saber o moço do cabelo vermelho. Nick mostrou o cel. – Ele acaba de me levar setecentos dólares. Se me permitir dar uma olhadinha aí, podemos pegá-lo. – Não, não pode. Ninguém pode pegar esse filho da mãe. – disse o moço do cabelo de fogo. – Eu posso, sim. – retrucou Nick. Com o meu teclado não... Mas se me permitir ir aí eu o pego. O gerente não sabia o que fazer. Nick sorriu. – O filho da puta tá roubando mais de cinqüenta milhões de vocês e vocês tem medo é de mim... essa é boa. – Entre aqui. – disse o gerente. Nick passou vazado pela portinhola. – Ele vai é atrapalhar as investigações. – disse o moço do cabelo de fogo. – Deixe ele tentar. – retrucou o gerente.

Nick digitava como um raio, as letras e os números iam se sucedendo. – Mas o que você está fazendo?! Pare com isso. Está entrando nos nossos arquivos mais secretos. – Vou isolar o vírus para descobrir o padrão. Como você acha que a gente vai pegar esse Mané?! – Como fará isso se ele apagou todo o rastro até aqui. – Hummm tah! – disse Nick. Pronto, agora pode ir. – Você é louco, liberou o vírus. – Claro, fiz um cópia, se o prendo por mais tempo ele transmuta e aí é que não o pegaríamos mesmo. – Como sabe de tudo isso? – Quis saber o gerente. – Vivo praticamente dentro de uma lan house, chefia. Se não souber isso, tô ferrado. – disse Nick digitando com veemência. As teclas dançavam sob seus dedos, uma atrás da outra. Cabelo de fogo assistia perplexo. – O que ele está fazendo agora? – perguntou o gerente. Cabelo de fogo coçou a rala cabeleira avermelhada. – Pelo que entendi ele desnudou o vírus descobrindo algo como se fosse um DNA e vai tentar rastreá-lo.

Um rapaz alto vestido elegantemente se aproximou identificando-se como da polícia federal. Uma das garotas do “posso ajudar” já estava redirecionando a fila para um “atendimento especial”. – O que este garoto está fazendo? – quis saber o policial. – Tentando encontrar um padrão na atuação do vírus. – resmungou o cabelo de fogo. – Que besteira! Então não é isso que a gente fica fazendo toda vez que um babaca coloca um vírus na rede... - questionou. – Hummm aqui, está. – disse Nick mostrando a tela. Alguém de vocês consegue ver o que estou vendo aqui. Eram duas listas enormes de códigos e abreviaturas. – Estas duas listas são os bancos atacados por vírus nos últimos seis meses no mundo todo. – Isto eu notei. Mas não ajuda em nada. – disse o federal. – A mim ajudou, foi dela que extraí esta lista. – disse Nick mostrando uma menor ao apertar uma tecla. – Acabamos de perdê-lo para sempre. – Disse o rapaz de cabelos vermelhos apontando a tela do outro PC. – Agora é que o achamos. - retrucou Nick. – Como assim? – perguntou o federal. – Esta lista pequena é apenas o estrago que o Torlon fez por aí até hoje. – Como pode afirmar isso? As três listas são estragos causados por vírus. – disse Cabelo de Fogo. – É, mas não atingindo bancos com a letra “r” na terceira posição invertida e sempre em cidades com nomes duplos com “y” na segunda palavra, ora no início, ora no fim, como New York ou Dom Derney. – E em que se baseia para afirmar que ele roubou o nosso banco? – quis saber o gerente. – Padrões não mudam moço. – disse Nick. E como ele atacou este banco às quinze horas de dezessete minutos como fez com todos os outros, e como estamos na cidade de Cow Yerles, o próximo banco será na cidade de New Jersey, na próxima quarta às quinze horas e dezessete minutos e lá que eu vou estar para recuperar meus setecentos dólares, pago a luz amanhã. – levantou recolheu a fatura e guardou o cel. – Fui. – Espere aí garoto. – disse o federal segurando-o pelo braço. – Tem alguma acusação contra mim, moço, ou algum motivo para me prender? Porque se não tiver... tenho mais o que fazer. – Precisamos de você para nos ajudar a recuperar o dinheiro perdido. – disse o gerente. – Não se preocupem pretendo usar a máquina e a internet de vocês para recuperar o meu, são bem mais potentes e velozes do que as que eu posso conseguir por aí. Depois de amanhã às quinze horas estarei aqui, eu não perderia isso por nada desse mundo.

– Deixe-o ir. - disse o gerente. O federal soltou o braço de Nick e ele atravessou o saguão do banco entrou na avenida e desapareceu na multidão. – Espero não ter feito uma burrada soltando o braço dele. – disse o agente federal. - Também espero. - disse o gerente.

Eram catorze horas e quarenta minutos da quarta-feira quando Nick atravessou a porta do banco, passou pelo saguão e aproximou da escada, o gerente o esperava e pediu que o acompanhasse. Os dois entraram numa sala arejada, toda mobiliada. Nick cumprimentou o policial do dia anterior que estava sentado olhando uns jornais-o e dirigiu-se ao pc. Balançou o mouse e a tela abriu, sentou-se e começou a digitar. Puxou o cel deixando-o de lado. O federal se aproximou. Nick digitava e ia abrindo telas e mais telas. – Vamos ver o que é possível fazer... – sussurrou para si mesmo. – Você está tentando entrar na memória do banco de New Jersey tá maluco? – disse o detetive. – Ou você é bobo, ou está se fazendo, deve saber perfeitamente que não tem como pegá-lo senão ir esperá-lo lá. – retrucou Nick. – É, mas se ele percebe... adeus, né?! – Não vai perceber. – disse Nick abrindo cel e apertando o bluetooth. – Vamos gracinha, vamos que o tempo urge. – Se ele sabe que é difícil, porque não veio mais cedo... – questionou gerente suando por todos os poros. – Isso eu entendo, se não for sob pressão ele não consegue raciocinar. – disse o federal. Nick sorriu. – Ihhhuuuuu! – vibrou. – Entrei, gracinha da mamãe. Agora é só esperar.

O relógio avançava, eram quinze e quinze, Nick checou mais uma vez o cel. – Cadê o Cabelo de Fogo? – Quem? – disse o gerente assustado. – O moço daquele dia, chama ele aqui. O gerente apertou um botão. – Marcela, peça ao Lucas para vir aqui imediatamente. Nick puxou um halls do bolso e meteu-o na boca, Lucas entrou correndo. Nick guardou o papel do halls no bolso e entregou o cel para o Cabelo de, quer dizer, para o Lucas. – Sente-se aqui, e quando eu falar aperte o bluetooth. Só quando eu disse já. Lucas olhou para o gerente este concordou. – Hummm aí, vem ele. No ponto. Quando eu disser... – Já entendi. Vai deixar ele pensar que o seu espião é apenas um espelho porque é o mesmo vírus que ele está espalhando. – Exatamente, só que agora ele só responde a mim. – disse Nick. Vou sugá-lo no momento em que eu ele passar para a conta transferência, aí deixo um milhão de cifras pulverizadas e puxo o que ele tirou. – Deus nos ajude. – disse Lucas. – Agora, aperte já. – disse Nick. - Vamos ver a conta do danadinho. – e voltando-se para Lucas. - Aperte aqui. Isto, meus créditos estão de volta, uaaau! Dê uma olhadinha aqui, seu moço. – disse ao gerente mostrando a outra tela. – Seu dindin está voltando pra casa. Petter Marq Revertone ficou olhando a tela. Não entendia o que o moço fizera mas estava vendo os contagiros em números sempre crescente. – Pronto, aí estão. Cinqüenta e dois milhões, trezentos e oitenta e quatro mil dólares. Fechou. – disse Nick levantando estou indo.

– Mas você disse que iríamos pegá-lo. – reclamou o policial. – Não sou dedo duro, nem tira. – Mas roubou trezentos dólares e isto é crime. – Você sabe bem que peguei como juros e como paga pelo meu trabalho de recuperação que sei muito bem que vale bem mais. Se vai me prender é agora... senão estou indo para casa. – disse Nick pegando o cel com Lucas e dando um passo em direção à porta. O gerente se colocou na sua frente. – Não sei como agradecer. – disse estendendo a mão. – Se não fosse por você... – Não tem que agradecer. – disse Nick – Vai. - disse o policial. – Você é muito bom no que faz, é verdadeiro e voltou aqui, outros não teriam se exposto assim. – Eu não sou outro. – disse Nick e voltando até o pc apertou um tecla dizendo: - Tá aqui ó, o IPI da máquina do criador do Torlon, seu nome e o endereço dele na cidade de New Orleans, espero não me arrepender do que estou fazendo. Fui. – e saiu da

sala. – Que maldita perda de tempo! – pensou Nick logo depois enquanto caminhava pela avenida em direção a uma Lan.

- Tem um moço aí querendo lhe falar. – Nick espreguiçou, parecia que o sol já ia alto. Levantou e olhou, sua mãe continuava ali de pé. – Bença mãe. A senhora resmungou alguma coisa e ele aproximou da janela uma blazzer preta estava parada na calçada. – Vim saber se quer trabalhar conosco, terá um ótimo salário e plano de carreira na empresa. – disse Petter Marq tão logo ele apareceu na sala arrumando os cabelos revoltos. – E vinte e quatro horas de gente chata pegando no meu pé?! Nããão, muito obrigado. – disse Nick utilizando o reflexo da janela como espelho para limpar um olho. – Que é isso menino, isso são modos de falar com os outros?! – bradou a mãe. – Manera mamãe. – Te passo a meta a ser cumprida, te entrego uma sala com tudo o que precisar para sua função no serviço de informação do banco e você faz o seu horário de trabalho como quiser, só responderá a mim. – disse o gerente. – Não vai ter gente me zoando o tempo todo, não?! – disse Nick amarrando o cadarço do all star. – Não, tem a minha palavra. – solenizou Petter Marq. – Aceita minino. Um cavalo dificilmente passa arriado duas vezes na porta da gente. – sentenciou dona Genow . – Taah mãe. – disse Nick Nivverton. – Mas que droga! Espero não estar fazendo uma burrada. – disse sorrindo enquanto apertava a mão do gerente. Os dois se encaminharam para a blazzer. O gerente sorriu.

57 comentários:

marcosV disse...

Ótimos exemplos gostei especialmente do último como algumas pessoas sem maturidade pode acabar com oportunidades que as vezes não voltam nunca mais, ainda bem que temos familiares para mudar nossas opiniões que possamos nos arrepender.

Anônimo disse...
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Anônimo disse...

Embora o menino sendo inocênte teve uma grande oportunidade na vida de aprender com seus próprios erros ,mesmo com pouca maturidade pode mostrar o seu valor para alguém,podendo ser util, tendo como recompensa o cavalo arriado em sua frente , sua grande chance de ser contratado por uma grande empresa.

Thais Pimentel e Davina Lapa .*

Walléria disse...

Cavalo arriado,e uma boa oportunidade de Nicky crescer profissionalmente,A mãe que não entendia os motivos da lan house todo o tempo,e o gerente se surpreenderão,com a eficiencia do garoto,em frente a uma tela de computador.

Walléria da Silva 2H° noturno.

jonathan disse...
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jonathan disse...

Embora Nicky numca mais vai ter um gande cavalo arriado desse na sua vida ele tem que aproveita agora essa oportunidade para seguir sua carreira profissional.


Jonathan Alexandre e Karen 2J noturno

natty disse...

espero que agora ele possa entender o que é uma diferção de uma realidade por que agora ele tem que ter responsabilidade e aprender viver { Diego dos santos e Natielle alves }

monica disse...
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monica disse...
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monica disse...

o texto mostra que coisas que podem parecer inuteis para algumas pessoas , pode ter um grande valor , apenas tem que ser aplicado no momento certo ,fazendo aparecer grandes oportunidades na vida do inviduo.

Monica Fernandes e Jeferson Pajeu , 2°J noturno .

misael mazoco disse...
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Fazendo a diferença aonde todos sao iguais disse...
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Fazendo a diferença aonde todos sao iguais disse...

Nicky sempre levando a culpa dos outros aprendeu muito com isso, embora as pessoas que fizeram isso sem pensar nas consequencias que poderiam vim pela frente talvez nunca poderiam encontra-las dinovo.Nicky gosta muito de cavalo após ganhar o seu cavalo viu ali sua chance de ser alguem na vida porque se perder essa oportunidade nao terá outra igual.

Por: Diogo Aleixo e Angelica
"2° "H" noturno

Anônimo disse...
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Matheus Martins disse...
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Isabel disse...

Ta ai exemplos muito bons de oportunidades!As vezes não aceitamos boas proposta pensando q vai vim outra melhor ou que ela possa voutar mas não e assim, e nos textos mostra muito bem isso, os tres nos mostra que devemos prestar muita atenção nas oportunidades. Então devemos lembrar'' o cavalo arriado não passa duas vezes pela sua porta''.

Matheus Martins disse...
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Isabel disse...

Ta ai exemplos muito bons de oportunidades!As vezes não aceitamos boas proposta pensando q vai vim outra melhor ou que ela possa voutar mas não e assim, e nos textos mostra muito bem isso, os tres nos mostra que devemos prestar muita atenção nas oportunidades. Então devemos lembrar'' o cavalo arriado não passa duas vezes pela sua porta''.

Isabel 2°I noturno

Matheus Martins disse...

O texto relata coisas que podem parecer inuteis para algumas pessoas , apenas tem que ser aplicado no momento certo e fazendo aparecer grandes oportunidades na vida do cidadão.

Matheus de Paula, 2° "J" noturno.

Unknown disse...

Oportunidades na vida sao poucas,por isso quando temos uma devemos agarra-las com força!!!

Unknown disse...

Oportunidades na vida sao poucas,por isso quando temos uma devemos agarra-las com força!!!
Ranata e Debora 2° I NOTURNO

Anônimo disse...

O Texto mostra que temos varias oportunidades na vida e não devemos deixar essas oportunidades escapar.


Arielly e Janaina

Anônimo disse...

Esse texto nos mostra como a opinião de outras pessoas nos influencia na nossa vida se não fosse por sua mãe ele não teria aceitado o emprego,"Um cavalo dificilmente passa arriado duas vezes na porta da gente".Nicky nessa hora pensou que não é todo dia que se tem uma oportunidade dessas e aceitou o emprego.

Sany disse...
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Sany disse...
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Sany disse...
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Sany disse...

Se nos mostrarmos capazes ótimas oportunidades surgiram,como Nick que obteve sucesso ajudando o banco e por isso recebeu uma bela proposta de emprego do senhor Petter Marq.
Portanto, muitas vezes temos que que arriscar "andar no cavalo em pelo" para mostrar que somos bons o suficiente para "montar um cavalo arriado".

2°H Noturno
Alunos(as):Sany Silva Corredeira e Mathaus de Lima Ribeiro

misael mazoco disse...
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Anônimo disse...
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Anônimo disse...

São bons exemplos.Gostei mais do ultimo exemplo pois nele fala que a oportunidade so bate na porta uma vez na vida.
Essa oportunidade que o gerente deu a ele é uma otima oportunidade para ele ser alguém na vida! E sequir carreira profissional.

Danielly Lohane e Anderson Alves "2°J"

Maria Eduarda disse...

Esse texto nos mostra como a opinião de outras pessoas nos influencia na nossa vida se não fosse por sua mãe ele não teria aceitado o emprego,"Um cavalo dificilmente passa arriado duas vezes na porta da gente".Nicky nessa hora pensou que não é todo dia que se tem uma oportunidade dessas e aceitou o emprego.

Maria Eduarda 2H noturno

Maria Eduarda disse...
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misael mazoco disse...

O texto trata de hum menino que faz o que gosta mesmo sendo escondido em alguns momentos e com isso acaba ajudando muitas pessoas e o banco e o sendo reconpensado com uma proposta de emprego,mesmo ele pensando que seria descriminado pelas pessoas acabou aceitando pensando em sua careira profisional

misael mazoco e lucas josé 2° H

Binnado disse...

È uma oportunidade como essa que nick teve é quase impossivel de acontecer 2 vezes , pois ele iria trabalhar no que ele era melhor , intaum oportunidades vem e vão e e sempre bom ver oque é melhor para nos.

Binnado disse...

È uma oportunidade como essa que nick teve é quase impossivel de acontecer 2 vezes , pois ele iria trabalhar no que ele era melhor , intaum oportunidades vem e vão e e sempre bom ver oque é melhor para nos.

Unknown disse...

O texto relata que devemos aproveitar as oportunidades que surgem em nossas vidas e as vezes lamentamos por não ter aproveitados, por mais que seja simples podem trazem experiências necessárias.
Leandro Amora 2°J

Anônimo disse...

Quando temos algo em mente, um sonho, algo grande, um ideal, por mais intolerante ou difícil que seja, nunca devemos pensar em desistir, nunca devemos também nos perder e nem perder de vista o real. Devemos acreditar, confiar.
O garotinho Nick, sem muito intender, usou de sua própria inocencia, de uma brincadeira, um vicio até ... ele conquistou, digamos que o seu mundo, descobriu o sucesso num aplicativo de celular. Um passa tempo, divertimento que transformou completamente sua vida.. no caso para melhor.

Alunas: Brenda Pereira e Carol Casagrande.
Série: 2º "I" - NOTURNO

jenny disse...
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jenny disse...
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jenny disse...
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Unknown disse...

Esse menino aprendeu com seus proprios eros e quem diria que esse menino ia ser bem sucedido assim. Por isso quando a gente tem uma sorte nos temos que agarrar e ir ate o fim por que dificilmente um cavalo arriado passa duas vezes pela mesma porta.
Jeniffer, Sheila 2ºI

Unknown disse...

Esse menino aprendeu com seus proprios eros e quem diria que esse menino ia ser bem sucedido assim. Por isso quando a gente tem uma sorte nos temos que agarrar e ir ate o fim por que dificilmente um cavalo arriado passa duas vezes pela mesma porta.
Jeniffer, Sheila 2ºI

jenny disse...

Esse menino aprendeu com seus proprios eros e quem diria que esse menino ia ser bem sucedido assim. Por isso quando a gente tem uma sorte nos temos que agarrar e ir ate o fim por que dificilmente um cavalo arriado passa duas vezes pela mesma porta.
Jeniffer, Sheila 2ºI

jenny disse...
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Rayane Camargo disse...

esse texto é intereçante para mostrar pra gente oq é ter oportunidades na vida

_______________________ disse...

O gerente com sendo prconceituoso e leigo do assunto se sentiu bastante mal depois do feito do menino, mais a açao do gerente é uma realidade,mas infelizmente a açao do garoto nao e muito frequente hoje em dia mais como uma exeçao o genrente se surpreendeu!

Lucas Santiago disse...

Pois é, quando uma oportunidade tem que chegar, não tem como mudar.
ela se esquiva e acha você e um cavalo arriado não passa duas vezes a sua porta e um haker foi o sortudo, na primeira foto a oportunida ainda não tinha chegado, ou ela chegou e ele não agarrou e a segunda ele agarroue não soltou mais.

lucas santiago 2º I

marcosV disse...

Marcos Vinicius Martins Cordeiro 2 "I"
Acho que isto basta...

Stanley disse...

Pra mim isso é considerado um dom pois um menino conseguir fazer isso com essa idade é incrível,mas ele soube aproveitar sua oportunidade,porém tenha duvidado na primeira proposta.

Feitoza disse...

ele aprendeu com seus proprios erros ,agora ganhara uma oportunidade!

Feitoza disse...

o menino aprendeu com seus propios erros , e recebeu uma recompensa , uma oportunidade , q nao vai acontecer dinovo, cavalo arriado nao passa 2 vezes na porta!

WASHINGTON disse...
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WASHINGTON disse...

A história de Nick no começo não era tão boa assim,
mas depois com uma oportundiade e um olhar diferente em seu potêncial
ele recebeu uma proposta que tem grandes chances de mudar completamente sua vida,
podendo torna-lo mais responsável.

WASHINGTON JÚNIOR DE OLIVEIRA 2° J

Emanoel disse...

achei bastante interessante pois nunca devemos negar uma oportunidade
quando bate a nossa porta

ABHA94 disse...

Coisas que parecem inuteis na vista dos outros podem nos garantir o futuro, sendo nosso meio de sobrevivencia. Devemos reconhecer nossas oportunidades, pois a sorte não bate em nossa porta duas vezes.

Matias disse...
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Matias disse...

Nick Nivverton com toda sua humildade e outras qualidades, nos apresenta uma ação fantástica que poucos cometeriam nos dias atuais, recuperando cinqüenta e dois milhões, trezentos e oitenta e quatro mil dólares ao banco, sem a intenção de ganhar algo em troca,apenas querendo demostrar seu talento aos demais, nada mais justo né? dessa forma é recompensado com uma proposta de emprego digno, ao contrario de seu trabalho na lan house.

O texto nos trasmiti o poder de sermos humildes, de ajudar uns aos outros sem a intenção de ganhar algo em troca, como fez nosso personagem Nick Nivverton.

Matias Emanuel Maidana 2 'H' Noturno