"Tms q aprndr a ler u mund ntndnd us códgs pls cuais l é, lit ralmnt, scritu."

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"O Lixo é um Luxo." "O saber é o princípio, e a fala, e o verbo." "A Suprema Sabedoria ensina que o certo é não subir muito alto, nem descer muito baixo." (Professor José da Cruz)

Todos os caminhos. Todas as vidas. Todas as sensuras. "A vida é um curso e um percurso. É preciso aprender. É preciso caminhar." (Prof. José da Cruz)

Quem sou eu

Humorista,professor,jornalista, fotógrafo, católico, questionador, humano, amante das artes Rsssrsrsssrs

quinta-feira, 29 de dezembro de 2011

Agnus Dei

AGNUS DEI
(Por José da Cruz)


Cordeiro de Deus ou em latim, Agnus Dei, é uma expressão utilizada no cristianismo para se referir a Jesus Cristo, identificado como o salvador
da humanidade, ao ter sido sacrificado em resgate pelo pecado original. Na arte e na simbologia icónica cristã, é frequentemente representado por um cordeiro com uma cruz. A expressão aparece no Novo Testamento, principalmente no Evangelho de João, onde João Baptista diz de Jesus: "Eis o Cordeiro de Deus, Aquele que tira o pecado do mundo" (João, 1:29).
Os hebreus tinham o costume de matar um cordeiro em sacríficio a Deus, para remissão dos pecados. O sacrifício de animais (ou mesmo de pessoas) era frequente entre vários grupos étnicos, em várias partes do mundo. Na Bíblia é referido, por exemplo, o caso de Abraão que, para provar a sua fé em Deus teria de sacrificar o seu único filho, imolando-o e queimando-o numa pira de lenha, como era costume para os sacrifícios de animais - o relato bíblico refere, contudo, que Deus não permitiu tal execução. A morte de Jesus Cristo, considerado pelos cristãos como filho unigênito de Deus, tornaria estes sacrifícios desnecessários, já que sendo considerado perfeito, não tendo pecado e tendo nascido de uma virgem por graça do Espírito Santo, semelhante a Adão antes do pecado original, seria o sacrifício supremo, interpretado como o maior ato de amor de Deus para com a humanidade.
"Não há maior ato de amor que aquele que dá a vida por seus discípulos."
Que o Deus que há de nascer neste natal, esteja no coração de todos.
Deputos, desculpem-me, deputados.
(José da Cruz)



Deputado Estadual do PSDB por
Goiás Túlio Isac, ferrenho defensor do Governador Marconi
Perillo, durante pronunciamento
na Sessão Ordinária que votaria Lei do Piso do Professores. Agrediu verbalmente o Deputado Estadual Mauro Rubem, do PT, que votaria contra o projeto. Antes Túlio já havia agredido a Deputada Isaura Lemos, chamando-a de mentirosa, desonesta e falsa quando ela se pronunciara a favor dos professores, com isso a vaia, os gritos foram tão intensos que o presidente suspendeu a sessão convocando outra para as 19 horas, todos os deputados foram chamados ao gabinete do Presidente da Assembleia e os envolvidos, segundo disseram, tiveram que assinar advertência por falta de decoro. Tudo foi feito em sala a portas fechadas, nem a imprensa teve acesso. Coisa de políticos.

O Governador Marconi Perilo, ao saber do resultado da votação, onde foi aprovado o projeto por nove votos contra e 23 a favor deu entrevista onde disse: "Eu gosto da educação, vou sempre defender a educação, nunca vou abandonar a educação."

Ao ler isso, fiquei lembrando do que disse o meu pai, por ocasião do casamento do meu irmão:
" Não faz mais que obrigação. Fudeu tem que casar."

Cruelidade = Cruel realidade

REALIDADE COLORIDA FUTURO ESCURECIDO...
(José da Cruz)


















... futuro bem negro, corrijo. (Professora chora no final da sessão, na Assembleia Legislativa de Goiás, logo depois quando deixavam o recinto ouviram o foguetório - 16 minutos e 25 segundos, durou - era era a Equipe do Governo comemorando o ato.)

"Politicamente corretíssimo, todo homem que tem o poder total e sabedor da impunidade real... É LETAL." (J. Cruz)

"O homem é uma alma escondida num animal." (Sherlock Holmes in O Signo dos Quatro, de Conan Doyle)
O Natal de Jesus
(Por José da Cruz)



O Natal de Jesus Cristo, conforme o relato dos evangelistas São Mateus e São Lucas, é rico de fatos extraordinários, mas que facilmente foram visibilizados na arte e que, com imensa criatividade ao longo dos séculos, formam um rico patrimônio da humanidade em pinturas, esculturas, vitrais, música, teatro, cinema... Ao redor do fato central do nascimento de jesus, os relatos bíblicos nos apresentam: a anunciação a Maria, a visita de Maria a sua prima Isabel, o nascimento de Jesus numa gruta em Belém, a presença da estrela, a adoração dos pastores e dos sábios do oriente, a apresentação de Jesus no Templo, a perseguição de Herodes e a fuga para o Egito...

Mais tarde à tradição cristã, por influências várias, seja de países evangelizados, seja de santos, foram acrescentados elementos que hoje são indispensáveis na comemoração e na decoração da festa de Natal, dando-lhe uma identidade única. Entre esses elementos estão o Papai Noel, a vela, as bolas resplandecentes, o pinheirinho, a troca de presentes e, principalmente, a montagem do presépio e a celebração religiosa do Natal. Deturpados ou não pela sociedade secularizada e dominada pelo mercado, eles constituem o eco do maior evento da história: a encarnação do Filho de Deus, Jesus.

Cabe aos cristãos relembrar continuamente que essa festa e os ingredientes que a identificam nasceram da fé, apontam para a fé, se concretizam em demonstrações de amor, traduzidos em intimidade familiar, solidariedade para com os mais pobres e luta pela vida , vida digna para todos, e luta pela paz.

Natal tem a ver é com Jesus de Nazaré, com a referência histórica do nascimento de Jesus Cristo: afinal é a celebração de seu aniversário!

O Natal celebra o aniversário de nascimento do Filho de Deus e, nessa festa, adquire novo sentido o nascimento de qualquer pessoa, a vida de cada um de nós.

Para o seguidor de Jesus Cristo, Natal é muito mais do que memória e comemoração do nascimento do Senhor. Natal é memorial e celebração.

Que o "Menino Deus" que há-de vir neste Natal, habite o coração da humanidade e traga paz e prosperidade a todos os povos.

"Não humilde os passos seus
fez do orgulho seu destino...
Quiz o homem tornar-se deus
E um Deus tornou-se MENINO." (J. Cruz)
O professor e a borboleta.
(José da Cruz)

Professor: - Bom dia, borboleta.
Borboleta: - Bom dia.
Professor: - Como estás?
Borboleta: - Levando a vida...
Professor: - É... então, já somos dois.
Borboleta: - Olha lá, einm... Tens mesmo mel neste dedo...
Ou como o Marconi é só blábláblá?!

O Papai Noel

Não acredito, não acredito e não acredito
(Por José da Cruz)



Digam o que quiser...

a exemplo dos políticos outro em quem eu não acredito é no Papai Noel.
Que isso, gente, para com isso.
É científico, véi, é ci en tí fi co.

VOCÊS ACHAM QUE EU VOU ACREDITAR QUE UM VELHOTE COM MAIS DE 90 ANOS CONSEGUE FAZER FILHOS NO MUNDO INTEIRO COM UM SACO DE BRINQUEDO?!

O fiofó

O FIOFÓ dos Políticos
(José da Cruz)

Vamos explicar, caaaalma:
Fiofó - Sem exposição na Wikipedia, porém traz no Diário Online Português o sentido como anus, reto, bunda, nádegas.
Também no nordeste o sentido chulo foi espalhado após o sucesso do Blog "O Sertão do Fiofó - As Notícias do Cu do Mundo." (Pesquisem!)
Cu em Portugal = nádegas.
O mesmo sentido em que ficou conhecido "popularmente" em Goiás e Minas. (Coisa feia, suja, perniciosa, o fim, o último lugar, o malquerido, sugadouro, sumidouro, o rabo, o cabo, o final.)
Quando alguém vai emprestar uma "coisa" a outro alguém e tem certeza que não vai ver "essa coisa" de novo diz: "Toma, enfia no rabo." Rabo, com o sentido de cauda todo mundo sabe que não é, né?! Não tem como. Mas como "o fim", sim.
No entanto, a expressão fio fó, originou dos verbos "enfiar for". Expressão verbal datada da época dos canaviais, dos grandes engenhos de açúcar.
Segundo o Sr. António Cesáriu - nego retinto que morreu em 1966 aos 96 anos na região de Jaraguá - Goiás: A expressão "enfiar for" era usada pelos patrões para designar a quantidade e a intensidade das canas colocadas nas moendas. Ao "enfiar for" maior quantidade de cana na moenda, enviaria maior quantidade de garapa aos tachos, (inicialmente - Com tacho frio) daria rapaduras mais brancas e de sabor menos intenso. Quando "enfiar for" menor quantidade de cana, nas moendas, enviaria menor quantidade de garapa (ou caldo de cana, como prefere alguns) aos tachos, (inicialmente - com tacho frio) geraria as rapaduras mais pretas, mais coradas, com sabor adocicado mais intenso e mais melosas. (Nota do autor - "Eu prefiro assim.")
A substantivação da expressão verbal:
Caaalma, vou explicar: É quando o verbo, ou a expressão verbal se transforma em substantivo. Se não credo em mim, pergunte pro prof. Pasquale.
Os negros canavieiros que levantavam às três da manhã, o sr. António Cesáriu era um deles, ("quando a aurora (estrela) tivesse a um palmo na serra (horizonte) a primeira tachada já devia estar no ponto de tira." contava ele), foram modificando a expressão ao longo do tempo, enfiar for, infiá for, fiá fô.
No passado infiô, fô... e a palavra foi perdendo letras e fonemas até chegar ao fió fó, que significava enfiação exagerada e ininterrupta de qualquer coisa em algum lugar, cujo objeto não se encontra jamais, ou fim, ou final.
Ou sumidouro, ou sugadouro de alguma coisa, sentido que usamos para dar sentido no título da foto de hoje.

Justificativa: vejam as manchetes de anteontem:
"Deputados Federais em Brasília votam aumento de até 135% nos próprios salários, verbas de gabinete e ajudas de custos e de palitó."

"Deputados Estaduais em Goiânia votam a criação do 15º salário para si e seus pares."
Seguindo o exemplo:
Manchete de ontem - "Uma câmara de vereadores do Estado de São Paulo, votou um aumento de 213% no próprio salário - a população se revoltou."

Isso é que é um FIOFÓ. Tá claro, ou não?! Rsrsrsrsrs
Parece até que estou vendo meu pai dizer:
"Eles estão com o fiofó(sumidouro, sugadouro) cheio de dinheiro."