Apresentação de Monografia
(Por José Ferreira da Cruz)
Meus amigos e colegas
Que todos tenham um bom dia
Me desculpem a gagueira
E toda essa agonia
É que quero lhes falar
E tentar apresentar
A tal da monografia.
Peço a Cristo Deus de amor
Mestre e Rei no mundo inteiro
Que de boa inspiração
Encha meu estro primeiro
Que me mostre a direção
E pra falar de avaliação
Eu seja claro e certeiro.
A Salgado de Oliveira
Grande Universidade
Tem lá na sua estrutura
Pra nossa felicidade
Grandes Cursos e Professores
Pilares e benfeitores
Da nobre sociedade.
Conhecida por Universo
A Salgado de Oliveira
Faz jus ao nome que tem
Nessa missão altaneira
A de graduar, mestrar e pós
Pessoas assim como nós
Dignificando a carreira.
Na turma 401,
Em maio de 2004
Semana de 02 a 09
Se for para ser mais exato
Eu, Eva e Célia, numa boa
E mais dezenas de pessoas
Honrando o nosso contrato.
Começava então ali
Bem naquele dia tal
A nossa pós-graduação
Em planejamento educacional
Que após passar por quatro
Encontros de finos tratos
Chegamos a este afinal.
Antes de prosseguir
A nossa apresentação
Peço desculpa aos senhores
Por erros ou por distração
E por não citá-los nominalmente
Mais saibam que estão presentes
Cá no nosso coração.
Aos professores do curso
Pessoas de tratos finos
Gentis, ordeiros, prendados
Cada qual em seu destino
Deus os guarde eternamente
E mais especialmente
O Mestre Élson Marcolino.
Cito Mestre Élson porque
Marcou a maior freqüência
Foi calmo, mestre e amigo
Pela sua competência
Cumpriu sua missão, aqui
Assistiu nossos “pitis”
Sem perder a paciência.
Agora caros colegas
Nesta hora de magia
Em que a tremedeira ataca
E sobe essa nevralgia
Pensamos “isso é o fim,
Tinha que sobrar pra mim,
Falar de monografia.”
Os processos avaliativos
Numa perspectiva
Da Avaliação (todas elas)
Mas fixamos: “A Formativa”
Esse é o tema a falar
Porém para começar
Vamos à justificativa.
Foi só por necessidade
Do nosso cotidiano
Ali na sala de aula
Dia-a-dia, ano a ano
Tendo que avaliar
Esculpir e ou modelar
O saber do educando.
Fala-se de avaliação
Quase que constantemente
Muitos pensam que é fácil
Mas a prática é diferente
Pois o humano é vulcão
Em constante mutação
Cada qual com sua mente.
Portanto o nosso trabalho
Sem querer ser “galeão”
Busca apresentar nesta prática
Instrumento de formação
Que possa ser o ideal
Pra crescimento intelectual
No processo de avaliação.
Nos fundamentamos em Freire
Silva, Vasconcellos, Oliveira...
Costa, Rosemberg e outros
De renomadas carreiras
Pois é nosso objetivo
Analisar o processo avaliativo
Em muitas vertentes e maneiras.
Esse trabalho monográfico
Sobre as avaliações
Objetiva questionar a escola
Em seu papel de instruções
Para o homem e suas linguagens
Buscando as aprendizagens
Em todas as relações.
Abordamos a avaliação
Em toda a sua história
A diagnóstica, a formativa
A punitiva, a somatória
Buscando uma luz pra guiar
Pois não pretendemos voltar
Aos tempos da palmatória.
Não que não fosse eficaz
É que o tempo já passou
Estamos na era-informática
Células - troncos... robôs...
Portanto avaliações
Frias e sem emoções
Não tem lugar neste show.
Dedicamos mais puramente
À avaliação formativa
Visto ser a nosso estudo
A mais significativa
E cuja metodologia
Lá no nosso dia-a-dia
A que mais saber efetiva.
É que o homem é um animal
Em constante formação
Crescendo constantemente
Em corpo, alma e coração
E aí a “formativa”, na verdade
Tem maior possibilidade
De acompanhar essa ação.
Quem seria o professor
Lá na sua atuação?
É um hábil jardineiro
Que rega sua plantação?
É um ferreiro que solda?
Ou um escultor que molda,
Toda a sua criação?
Também não temos a verdade
É lógico e verdadeiro
Mas cremos que o professor
É um amigo caminheiro
Que numa parte da jornada
Ilumina a nossa estrada
Com seu olhar conselheiro.
Ele vai ao nosso lado
Nem atrás e nem à frente
Às vezes mostra o caminho,
Às vezes atalha com a gente
Vai ouvindo as nossas dores
Por isso é que os professores
São seres tão diferentes.
O trabalho tem 4 capítulos
No primeiro foi traçado
Um panorama histórico
Sobre o tema já citado
Nos outros três nós rezamos
Sobre avaliações e tentamos
Dar o nosso breve recado.
Desde que escola é escola
Se ouvem essas questões
Erro, acerto, prova e cola
Repetências, aprovações
E no processo educacional
A “prova” têm sido o mal
Que causam as evasões.
Não concordamos que o seja
Mas também não duvidamos
Às vezes até nos omitimos
Ouvidos môcos, calamos...
E com o teste, o “provão”
A gente mede é a “pressão”
E tristes destinos decretamos.
Por isso é que decidimos
Avaliação analisar
Esse instrumento “fatal”
De que forma devo usar?
Quando e por quê? Para quê?
Como, com o quê e o quê?
Eu devo avaliar?
O homem é transformação
É um ser em crescimento
Portanto avaliação
Deve ser um instrumento
Que leve em conta a repetência
O erro, o acerto e a carência
Feedback, vivência e momento.
Se a pessoa está nervosa
Como é que eu vou encontrar
O nível do conhecimento
Em que vou me basear?
Por isso é que a formativa
É a mais indicativa
Para conscientizar.
E não “qüocientizar”
Como às vezes acontece
“O que vai valer é a nota”
E aí da vida se esquece
O mundo, a camaradagem...
E o ensino-aprendizagem
Lá pelos cantos apodrece.
Mas o papel fundamental
Da avaliação formativa
Numa perspectiva real
Na crescente escola-viva
Corrige rumos, desalinhos
E traça novos caminhos
Nessa prática educativa.
No contexto da sala de aula
E de sua própria bagagem
Do seu seio familiar
Até o ponto de sondagem
Entre a prática e teoria
Ela melhor avalia
O ensino aprendizagem.
Pra que o saber se concretize
Isso na nossa visão
(Respeitando os contrários
E a toda exceção)
A formativa nua e crua
É a que melhor se adeqüa
Do educando, à formação.
Nessa apresentação tentamos
Fugir ao lugar comum
Usamos a linguagem poética
Sem exibicionismo algum
Queiram então nos desculpar
Se a todos não pudemos agradar
Da turma 401.
Às minhas colegas de grupo
Professora Célia Vieira
E Professora Eva Aparecida
Caras amigas, companheiras
Agradeço a cooperação
Que Deus lhes ponha a benção
Nesta missão verdadeira.
Também preciso citar
Do Polivalente Frei João
Edite, Lourdes, Ana Vieira
Que aqui conosco estão
Deus abençoar-lhes há-de
Agradecemos a amizade
E toda a sala a atenção.
Ao Mestre Élson Marcolino
Que Deus dirigiu a mão
E o inspirou pra conosco
Cumprir a sua missão
Passe o tempo que passar
Saiba que o senhor vai estar
Cá dentro do coração.
Bem colegas, vou dizer
Não me façam ouvidos môcos
Lecionar, escrever, ser pai
Isto é uma coisa de louco
Que Deus a todos abençoem
Isto é tudo, e nos perdoem
Se o nosso muito foi pouco.
Que todos sejam fiéis
Aos seus fins e ideais
Lhes agradeço por tudo
Vocês foram mui legais
Fico-lhes muito obrigado
José da Cruz, seu criado
Um abraço e até mais.
(Por José Ferreira da Cruz)
Meus amigos e colegas
Que todos tenham um bom dia
Me desculpem a gagueira
E toda essa agonia
É que quero lhes falar
E tentar apresentar
A tal da monografia.
Peço a Cristo Deus de amor
Mestre e Rei no mundo inteiro
Que de boa inspiração
Encha meu estro primeiro
Que me mostre a direção
E pra falar de avaliação
Eu seja claro e certeiro.
A Salgado de Oliveira
Grande Universidade
Tem lá na sua estrutura
Pra nossa felicidade
Grandes Cursos e Professores
Pilares e benfeitores
Da nobre sociedade.
Conhecida por Universo
A Salgado de Oliveira
Faz jus ao nome que tem
Nessa missão altaneira
A de graduar, mestrar e pós
Pessoas assim como nós
Dignificando a carreira.
Na turma 401,
Em maio de 2004
Semana de 02 a 09
Se for para ser mais exato
Eu, Eva e Célia, numa boa
E mais dezenas de pessoas
Honrando o nosso contrato.
Começava então ali
Bem naquele dia tal
A nossa pós-graduação
Em planejamento educacional
Que após passar por quatro
Encontros de finos tratos
Chegamos a este afinal.
Antes de prosseguir
A nossa apresentação
Peço desculpa aos senhores
Por erros ou por distração
E por não citá-los nominalmente
Mais saibam que estão presentes
Cá no nosso coração.
Aos professores do curso
Pessoas de tratos finos
Gentis, ordeiros, prendados
Cada qual em seu destino
Deus os guarde eternamente
E mais especialmente
O Mestre Élson Marcolino.
Cito Mestre Élson porque
Marcou a maior freqüência
Foi calmo, mestre e amigo
Pela sua competência
Cumpriu sua missão, aqui
Assistiu nossos “pitis”
Sem perder a paciência.
Agora caros colegas
Nesta hora de magia
Em que a tremedeira ataca
E sobe essa nevralgia
Pensamos “isso é o fim,
Tinha que sobrar pra mim,
Falar de monografia.”
Os processos avaliativos
Numa perspectiva
Da Avaliação (todas elas)
Mas fixamos: “A Formativa”
Esse é o tema a falar
Porém para começar
Vamos à justificativa.
Foi só por necessidade
Do nosso cotidiano
Ali na sala de aula
Dia-a-dia, ano a ano
Tendo que avaliar
Esculpir e ou modelar
O saber do educando.
Fala-se de avaliação
Quase que constantemente
Muitos pensam que é fácil
Mas a prática é diferente
Pois o humano é vulcão
Em constante mutação
Cada qual com sua mente.
Portanto o nosso trabalho
Sem querer ser “galeão”
Busca apresentar nesta prática
Instrumento de formação
Que possa ser o ideal
Pra crescimento intelectual
No processo de avaliação.
Nos fundamentamos em Freire
Silva, Vasconcellos, Oliveira...
Costa, Rosemberg e outros
De renomadas carreiras
Pois é nosso objetivo
Analisar o processo avaliativo
Em muitas vertentes e maneiras.
Esse trabalho monográfico
Sobre as avaliações
Objetiva questionar a escola
Em seu papel de instruções
Para o homem e suas linguagens
Buscando as aprendizagens
Em todas as relações.
Abordamos a avaliação
Em toda a sua história
A diagnóstica, a formativa
A punitiva, a somatória
Buscando uma luz pra guiar
Pois não pretendemos voltar
Aos tempos da palmatória.
Não que não fosse eficaz
É que o tempo já passou
Estamos na era-informática
Células - troncos... robôs...
Portanto avaliações
Frias e sem emoções
Não tem lugar neste show.
Dedicamos mais puramente
À avaliação formativa
Visto ser a nosso estudo
A mais significativa
E cuja metodologia
Lá no nosso dia-a-dia
A que mais saber efetiva.
É que o homem é um animal
Em constante formação
Crescendo constantemente
Em corpo, alma e coração
E aí a “formativa”, na verdade
Tem maior possibilidade
De acompanhar essa ação.
Quem seria o professor
Lá na sua atuação?
É um hábil jardineiro
Que rega sua plantação?
É um ferreiro que solda?
Ou um escultor que molda,
Toda a sua criação?
Também não temos a verdade
É lógico e verdadeiro
Mas cremos que o professor
É um amigo caminheiro
Que numa parte da jornada
Ilumina a nossa estrada
Com seu olhar conselheiro.
Ele vai ao nosso lado
Nem atrás e nem à frente
Às vezes mostra o caminho,
Às vezes atalha com a gente
Vai ouvindo as nossas dores
Por isso é que os professores
São seres tão diferentes.
O trabalho tem 4 capítulos
No primeiro foi traçado
Um panorama histórico
Sobre o tema já citado
Nos outros três nós rezamos
Sobre avaliações e tentamos
Dar o nosso breve recado.
Desde que escola é escola
Se ouvem essas questões
Erro, acerto, prova e cola
Repetências, aprovações
E no processo educacional
A “prova” têm sido o mal
Que causam as evasões.
Não concordamos que o seja
Mas também não duvidamos
Às vezes até nos omitimos
Ouvidos môcos, calamos...
E com o teste, o “provão”
A gente mede é a “pressão”
E tristes destinos decretamos.
Por isso é que decidimos
Avaliação analisar
Esse instrumento “fatal”
De que forma devo usar?
Quando e por quê? Para quê?
Como, com o quê e o quê?
Eu devo avaliar?
O homem é transformação
É um ser em crescimento
Portanto avaliação
Deve ser um instrumento
Que leve em conta a repetência
O erro, o acerto e a carência
Feedback, vivência e momento.
Se a pessoa está nervosa
Como é que eu vou encontrar
O nível do conhecimento
Em que vou me basear?
Por isso é que a formativa
É a mais indicativa
Para conscientizar.
E não “qüocientizar”
Como às vezes acontece
“O que vai valer é a nota”
E aí da vida se esquece
O mundo, a camaradagem...
E o ensino-aprendizagem
Lá pelos cantos apodrece.
Mas o papel fundamental
Da avaliação formativa
Numa perspectiva real
Na crescente escola-viva
Corrige rumos, desalinhos
E traça novos caminhos
Nessa prática educativa.
No contexto da sala de aula
E de sua própria bagagem
Do seu seio familiar
Até o ponto de sondagem
Entre a prática e teoria
Ela melhor avalia
O ensino aprendizagem.
Pra que o saber se concretize
Isso na nossa visão
(Respeitando os contrários
E a toda exceção)
A formativa nua e crua
É a que melhor se adeqüa
Do educando, à formação.
Nessa apresentação tentamos
Fugir ao lugar comum
Usamos a linguagem poética
Sem exibicionismo algum
Queiram então nos desculpar
Se a todos não pudemos agradar
Da turma 401.
Às minhas colegas de grupo
Professora Célia Vieira
E Professora Eva Aparecida
Caras amigas, companheiras
Agradeço a cooperação
Que Deus lhes ponha a benção
Nesta missão verdadeira.
Também preciso citar
Do Polivalente Frei João
Edite, Lourdes, Ana Vieira
Que aqui conosco estão
Deus abençoar-lhes há-de
Agradecemos a amizade
E toda a sala a atenção.
Ao Mestre Élson Marcolino
Que Deus dirigiu a mão
E o inspirou pra conosco
Cumprir a sua missão
Passe o tempo que passar
Saiba que o senhor vai estar
Cá dentro do coração.
Bem colegas, vou dizer
Não me façam ouvidos môcos
Lecionar, escrever, ser pai
Isto é uma coisa de louco
Que Deus a todos abençoem
Isto é tudo, e nos perdoem
Se o nosso muito foi pouco.
Que todos sejam fiéis
Aos seus fins e ideais
Lhes agradeço por tudo
Vocês foram mui legais
Fico-lhes muito obrigado
José da Cruz, seu criado
Um abraço e até mais.
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