"Tms q aprndr a ler u mund ntndnd us códgs pls cuais l é, lit ralmnt, scritu."

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"O Lixo é um Luxo." "O saber é o princípio, e a fala, e o verbo." "A Suprema Sabedoria ensina que o certo é não subir muito alto, nem descer muito baixo." (Professor José da Cruz)

Todos os caminhos. Todas as vidas. Todas as sensuras. "A vida é um curso e um percurso. É preciso aprender. É preciso caminhar." (Prof. José da Cruz)

Quem sou eu

Humorista,professor,jornalista, fotógrafo, católico, questionador, humano, amante das artes Rsssrsrsssrs

quinta-feira, 29 de dezembro de 2011

Lina Marano oferece foto ao professor


"A Vida Vem Em Ondas." Título da foto de Lina Marano

(Observações da autora da foto: Lulu Santos - Como Uma Onda
http://youtu.be/SWYrOzQhYlY

Para o amigo Zezin. Vi lá na sua galeria que também curte um p&b.

Agradeço a escada rolante de bolinhas.

Praia da Enseada visto do Morro do Maluf, Guarujá, Brasil)


J. Cruz Agradece em Versos

"Um dia disse a mim mesmo
Ainda vou procurar
Uma rede, uma varanda...
Um penhasco uma quitanda...
Um lugar pra repousar.

Saí cantando canções...
Nas páginas das ilusões
Tendo como meta a vida.
Eu fui clicando imagens
Que pudessem dar mensagens
De luz, de vida, incentivo.
Numa cultura de paz
De apoio àquele que faz
Protesto de liberdade...
A todo e qualquer ser vivo.

E depois de andar a esmo
Por tanto tempo, perdido...
Neste mundo dividido
Entre discórdia e perdão...
Lutas, amor, sacrifícios
Fanatismos vans e vícios
Desapego e solidão.

Mantive o sonho, a esperança
Isso quiçá de criança
De um dia encontrar...
Essa luz, esse mister
Uma utopia qualquer
O tal ponto sublimar.
Estaria em qualquer parte
No espaço, no som... na arte...

No sabor? Ou no saber?
No tato ou no paladar?
O som de uma palavra?
Um mito... uma poesia...?
Um som... uma harmonia...
Uma canção de ninar?
Seria a força do aço?
O consolo de uma abraço?
Uma penugem no ar?

Hunrunn... Vai saber...
Quem poderá responder
A religião... a ciência...?
A força... a inteligência...
O google, o Yahoo, o flickr?
Mas A VIDA VEM EM ONDAS...
Que a verdade não se escondas
Um dia eu vou achar.

Quando não... que de repente...
Sem esperança aparente...
Eu mandava meus pensamentos
Nas frias asas do vento...
Tentando comunicar.

Quiçá dar uma mensagem.
Usando a rede mundial...
Essa teia colossal...
Que nos faz interligar.
Já agora, no fim do ano...
A grande Lina Marano
Poetisa das Imagens...
Moça de outras paragens...
Lá... bem mais perto do mar.

Fotógrafa de maestria e destreza
Me fez a grata surpresa...
Que me faz desmoronar.
Ela, que no grafismo...
É grande, (sem fanatismo...)
Faz a gente viajar.
Mandou-me uma visagem...
Misto de visão e imagem...
Click de hipnotizar.

Foto de uma Enseada...
Uma Orla à Beira Mar...
Morros ao fundo e casario.
Uma dessas belezas do Rio
Que faz a gente sonhar.
Clicou e eternizou...
E para ser bem franco...
Fez foto em preto e branco...
Num gráfico de arrepiar.
Buscas e ondas ali na frente...
Foi o meu maior presente...
Eu me encontrei neste olhar." (J. Cruz)


"Nada pode ser mais negro que
um horizonte sem sonhos." (J. Cruz)

Pequi

É Pra Acabá Com Os Piqui do Goiais
(José da Cruz)



Já fora da casca, acomodado elegantemente pelo Vendedor Ambulante, Amilton Macena Ribeiro, é vendido a céu aberto em cima de um carrinho de mão, na Av. General Joaquim Inácio - Centro Anápolis - Goiás Brasil.

O Pequi (Caryocar brasiliense; Caryocaraceae) é uma árvore nativa do cerrado brasileiro, cujo fruto, embora muito utilizado na cozinha nordestina, em Goiás , Mato Grosso e norte de Minas Gerais, é considerado tipicamente goiano.
Dele é extraído um azeite denominado azeite de pequi. Seus frutos são também consumidos cozidos, puros ou juntamente com arroz e frango. Seu caroço é dotado de muitos espinhos, e há necessidade de muito cuidado ao roer o fruto, evitando cravar nele os dentes, o que pode causar sérios ferimentos nas gengivas. O sabor e o aroma dos frutos são muito marcantes e peculiares. Pode ser conservado tanto em essência quanto em conserva.

Recentemente, foi descoberta uma propriedade do óleo de pequi que, antes mesmo de poder ser explorada pelo Brasil, já foi patenteada por japoneses. Ela foi recentemente batizada de CSL (chemical strengthener layer). Segundo as pesquisas, basta adicionar cinquenta mililitros de óleo de pequi a 4l de óleo mineral para que se consiga o efeito da superdureza em qualquer material metálico, aumentando, inclusive, a carga de molas se for aplicado uniformemente. Existem testes em motores com cabeçotes totalmente originais girando mais de 10 000 rotações por minuto sem indícios de fadiga ou quebra.

Fonte:Própria, Populares, tradições e Wikipédia.

Os Cajuzinhos de Goiás


Fotos do J. Cruz

Explico: os cajuzinhos de Goiás, são uma delícia. Geralmente colhidos nos meses de setembro e outubro, é adocicado, caldaloso e de um sabor a nada comparável. Seu nome científico é Annacardium Ocidentale.

Possui muitas funções terapêuticas é um fruto: ácido ascórbico contém benzaldeído; betacaroteno, hexanal, leucocyanidin, leucopelargonidine, limoneno, salicylic-ácido, cálcio 100 a 833 ppm, carboidrato 116,000 a 958,678 ppm, fibra 6,000 a 42,000 ppm, ferro 2 a 77 ppm, kilo calorias 530 a 3,680 /kg, niacin 3 a 21 ppm, fósforo 100 a 3,125 ppm, proteína 2,000 a 69,000 ppm, riboflavin 2.4 a 16.7 ppm, thiamin 0.3 a 2.1 ppm, água 856,000 a 879,000 ppm; glicosídeo kaempferol, ácido hidrobenzóico, quercetin-glycoside, xilose (carboidrato);
Propriedades medicinais: adstringente, antidiabético, anti-hemorrágico, antiinflamatório, anti-reumático, antitérmico, antiulcerogênica, cáustico, diurético, laxante, piscicide, purgante, tônico, vermífugo.

Indicações: afta, asma, avitaminose c, calo, cárie, catarro, congestão, constipação, debilidade, dermatose rebelde, diabete, diarréia, disenteria, dispepsia, dor de dente, dor de estômago, escorbuto, estomatite, faculdades intelectuais, febre, ferida, feridas na boca e garganta, hemorragia, hipertensão, inchaço, inflamação, inflamação da garganta, inflamação vaginal, lepra, náusea, nematicida, queimadura, repelir insetos, resfriado, reumatismo, sarda, sífilis, tosse, tumor, úlcera, verruga;

O óleo de sua casca é tóxico a muitos organismos inferiores causadores de doenças, como bactérias Staphylococcus.

Contra-indicações/cuidados: o óleo é um irritante de pele; o vapor do óleo é irritante se inalado.

Efeitos colaterais: Não encontrados na literatura consultada.

Modo de usar:
- pseudofruto: diurético;
- castanhas: fonte de nutrientes, controlar a diarréia, hipoglicemia, gripe.
- decocção de 10 g da casca do caule e dos ramos em um litro de água, por 30 minutos.
Uso externo: tumores, inflamação da garganta, aftas, inflamações vaginais; adicionar água quente: banhar os pés: cansaço dos pés, frieiras; internamente: reduz os níveis de açúcar no sangue;
- decocção da casca e suco do pedúnculo: reumatismo, diabete, tônico, avitaminose C, nematicida;
- óleo da casca da castanha, uso externo: calos e verrugas, dermatoses rebeldes;
- decocção da raiz: purgativo;
- infusão ou decocção das folhas e cascas: fraqueza orgânica, debilidade muscular, glicose na urina, afecções catarrais, tosses, bronquites, escorbuto, cólicas intestinais, doenças da pele sifilíticas ou não, psoríase, dartros, eczemas, dispepsias, icterícia, adstringente, antiinflamatória, antidiabético, anti-hemorrágico.
Em gargarejos: inflamações da garganta e aftas.
(Na África ocidental, foi usado para): malária; externamente: lepra, verrugas, enfermidades da pele;
- infusão das folhas: reduz a febre; lavar feridas e úlceras, diminuir os níveis de açúcar no sangue;
Nota: na África, a infusão das folhas é utilizada para combater a malária.
- frutas: diurética, diarréia, gripe;
- extrato da casca: anticoncepcionais (usado pelos nativos da Amazônia).

Fonte: populares, tradição goiana, Wikipédia.

Gentileza Negativa


Terrível Gentileza
(José da Cruz)






"Morra

Não...
Assim não.
Deite no chão
Lá do lixão.
E se cubra
De papelão
Degradável.

Não olhe
Não engula
Não se molhe...
Fale baixo.

Não atravesse a rua
Não fique nua...
Fique na tua.
Não veja a lua.

Compre batom...
que bom, q bon, kibom.

Proibido sentar
Proibido amar
Proibido cantar
Proibido chorar
Proibido proibir...
Viver é proibido.

Drogas matam...
A poluição ...
Os bandidos...
A milícia...
A polícia.
Vá sentar noutro lugar.

Não coma isso tudo...
Fique mudo
Fique rudo
Surdo.

Desligue a tv...
O celular
O computador
O senso de humor.

Tranque o portão...
A mansão...
A ilusão, o coração.
Viva a solidão.

Feche a geladeira
A torneira...
A mamadeira.
A carteira...
O palitó de madeira.

Não caia,
Não saia.
Nada de serra
De maracutaia...
De terra, ou de praia.

Não faça alarde
Não chegue tarde.

Desista,
Não insista.
Não dê pista...
Concorde.
Não morda...
Não reclame.

Não corra
Não morra
Vegete." (J. Cruz)

Câmbio, Libélula Um.

Libélula Um, câmbio.
(José da Cruz)


"Um dia vou voar também...

Vou ver o mundo de cima
De cima dos de cima...
Do clima e das clinas.
Vou mudar a minha sina.

Então poderei cantar todas música...
Ler todas os poemas
Sonhar todas os sonhos
Sorrir todos os risos
Banhar em todos os rios...
E colher todas as flores.

Verei toda a amplidão...
E se der...
Se máquina tiver
Faço uma foto do chofer.

E como uma Libélula azul
Sabedor de que nada é
tão grande
como o pólen...
Ou a humildade verdadeira...
Vou pousar no charque." (J. Cruz)

A Marvada


A Onça PINTADA
(José da Cruz)







Meu irmão mais velho sempre dizia que se você um dia estiver preso entre dois paredões, num tiver um Pit Bull e no outro uma onça PINTADA faça opção em passar pelo que tem a onça PINTADA porque onça PINTADA não ataca ninguém, já o Pit Bull... Foi o que eu fiz, estava andando lá em frente o Colégio Virgílio Santillo e vi no muro do colégio uma onça PINTADA e do outro lado da rua vinha uma mulher com um Pit Bull não tive dúvidas, enfrentei a onça PINTADA.

Os "Bãos" peitos da Jandira



O Vestido da Jandira
(José da Cruz)





Eu tinha entre seis e sete anos e ia buscar quatro litros de leite numa fazendinha distante da nossa casa oito quilômetros. Eu lembro disso, como hoje, Eu saía de casa às sete da manhã e chegava às dez. Era um litro pra dona "Tiana Loca" uma meio tantanzada que morava lá defronte de casa, um litro e meio
pra nós lá de casa e um litro e meio pra dona Tuquinha, que morava na contra esquina lá de casa. Quando eu chegava lá na Fazendinha a dona Jandira, abria a cancela e toca a mimosa pra eu passar... eu fica olhando os cacurutes dos atributos leiteiros dela e ficava comparando com o da mimosa... uma vez uma vencia, outra vez a outra... ela raramente não estava com um vestido cujo padrão era "isso" aí escritinho... outra coisa que me lembro "mió ainda" é dos peitos da dona Jandira... é que... naquela época, anos sessenta, rolava no rádio o Tonico e o Tinoco cantando...

"Quando eu era folgazão novo...
Se eu contar sei que o povo admira.
Eu cantei muitos bailes importantes
E também nos teatros... os catiras.
Eu cantava com uma moreninha
Pra queles rebaldes... pra queles caipiras...
E o povo todo admirava por ver os bão peitos
Da Dona Jandira." (Dona Jandira - Tonico e Tinoco Discos Chantecler - Gravação de 1958)

Em dado momento da música a Dona Jandira assumia a primeira voz cantando com o Tinoco, uma voz alta, melodiosa e muito afinada que arrancava aplausos acalorado da plateia... era isso que o Tonico e o Tinoco chamava de "bão peitos".
O engraçado era que, pra quem assistia aos shows, tinha o presente não só dos atributos vocais, mas também dos cacurutes leiteiros da Jandira. Mas na época eu não tinha essa informação... tinha informação do que era peito... mas não tinha informação do que era capacidade, qualidade e afinação vocal.
Mas eu quando ia pegar o leite lá na Fazendinha do Séo Alaor, só conseguia enxergar era o p... padrão do vestido da Dona Jandira.

Ora vejam, a evolução da sacanagem... O disco do Tinoco, vendeu a zói... podem perguntar pra ele, tá vivo até hoje e ainda canta com o sobrinho. Mas os compradores, que na época tinha as dificuldades da distâncias e dos parcos recursos, mesmo assim enriqueceram a dupla, valorizando só a voz da dona Jandira, já que, na capa só vinha a dupla Tonico e Tinoco. Mas exatamente, 38 anos depois, "O Compadre Washington" do Grupo É o Tchan, colocou duas mulheres no palco, uma loira e uma morena, só de calcinha e "sutian" rebolando pra dedeu... mas não cantam nada, nadinha de nada. E sem tocar em assunto de peito coisa nenhuma... mas com uns apetrechos traseiros de parar o fôlego... e... bem as seis pessoas do grupo estão milionárias. E eu é que sou SERELEPE por lembrar dos pei... digo, do padrão gráfico do vestido da Dona Jandira.