"Tms q aprndr a ler u mund ntndnd us códgs pls cuais l é, lit ralmnt, scritu."

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"O Lixo é um Luxo." "O saber é o princípio, e a fala, e o verbo." "A Suprema Sabedoria ensina que o certo é não subir muito alto, nem descer muito baixo." (Professor José da Cruz)

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quinta-feira, 29 de dezembro de 2011

A Revolta dos Professores


O Projeto do Governador e a Revolta dos Professores
(José da Cruz)


... e já se dizendo "sem forças pra lutar" a professora Ângela Mioto deixa a Assembleia Legislativa.




Entendendo o Projeto do Governo e a Revolta dos Professores:

O Governo Lula criou o Projeto do Piso

Nacional dos Salários dos Professores, um dispositivo que legislava que uma certa porcentagem do bolo da educação que seria gasto com o aluno por mês deveria ser paga ao professor.


Ficou conhecida como a Lei do Piso. Oito estados, geralmente regidos pelo PSDB, entre eles é claro, Goiás, desrespeitou a lei, alegando insconstitucionalidade: "executivo federal não pode entrar no mérito executivo particular do estado da federação." Gritavam. E alegava que não podia pagar porque exonerava os cofres. Só que , no dispositivo federal reza que, "se o patronal não puder pagar o piso é só provar que não pode que o Governo Federal paga o diferencial." Bom, foram à justiça, em 2008, agosto - retroativo a janeiro, o Supremo votou a constitucionalidade e decretou "o piso é lei."
Desde então o Sintego - Sindicato dos Professores de Goiás, vem lutando pra receber o piso. O governo não paga e não diz porque que não paga.


"Provar que não pode pagar é impossível porque como é que um estado que há quatro anos consecutivo é o segundo maior arrecadador de impostos do Brasil, (só perde pra São Paulo) prova que não pode pagar um aumento de 15,85% sobre um salário de 990 reais?" Questionava a professora Ângela à saída da sala.
Lembrando 990 reais é o salário de um professor com especialização no estado de Goiás desde 2008.
O Governo veio enrolando a Base Sindical até o fechar do ano de 2011 e agora não podia mais continuar porque a Presidenta Dilma Rousself foi taxativa no último decreto enviado ao Senado: "Quem não cumprir a Lei do Piso terá 30% da verba devida ao estado cortada."


O governador Marconi achou uma maneria de pagar o piso:
a totalidade dos professores é dividida em P-I, P-II, P-III e P-IV. P-I é o início de carreira: Sem titularidade. 12% do total da categoria. Os outros 88% é dividido entre os outros "Pês", 32%, 38% e assim por diante.
Ele criou um dispositivo no projeto que altera a lei da titularidade de 2001. Extinguiu a titularidade antiga e criou uma nova. Quem tinha titularidade de 60% caiu pra 20% e quem tinha de 40 caiu pra 10%. Simples assim.


Ao P-I foi dado um aumento de 15 reais acima do Piso Nacional: o P-II, em torno de 26% da categoria, teve um aumento real que gira em torno de 5 a 8%:
E com o dinheiro das titularidades dos P-III e P-IV ele pagou as despesas. Não é genial? Oh q bunitinho!
E ele nem precisou dizer onde vai empregar os 250 milhões/ano solicitados à Câmara do Deputados e que... foi aprovado... É mole ou quer mais?!

Espero que algum Governador aí pelo mundo ao ler não copie essa ideia, ela é do Nosso Governador, está registrada em cartório e você poderá ter que pagar os direitos autorais.

Kkkkkkkkkkkk eu sou muito maus. Rsrsrs

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